25 Agosto 2006

Mate

No Café, às cinco da tarde, o homem de camisa negra e bem barbeado tamborila os dedos na toalha de mesa quadriculada. Pediu um chá, mas o garçom demora a trazê-lo.

Contrariado, o cliente chama-lhe a atenção. Entretanto nada se altera: o mesmo desmazelo na camisa branca do garçom.

E o peão relapso, impassivo, sem o saber, punha em xeque todo o poder do rei.

1 comentários:

Raquel disse...

Sinceramente, não entendi, Deco.
beijos