No Café, às cinco da tarde, o homem de camisa negra e bem barbeado tamborila os dedos na toalha de mesa quadriculada. Pediu um chá, mas o garçom demora a trazê-lo.
Contrariado, o cliente chama-lhe a atenção. Entretanto nada se altera: o mesmo desmazelo na camisa branca do garçom.
E o peão relapso, impassivo, sem o saber, punha em xeque todo o poder do rei.
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1 comentários:
Sinceramente, não entendi, Deco.
beijos
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