No restaurante, o homem barbeado solidamente ocupava a mesa. Pediu entradas e vinhos e filés e digestivos.
Conversava, seguro, firme, impávido, parcimonioso, diplomático.
A conta foi alta, mas o homem entregou com desdém notas ainda novas.
Na saída, passou por uma gamela cheia de caramelos. O homem barbeado encheu as mãos e povoou os bolsos.
Não foi possível resistir durante muito tempo.
Conversava, seguro, firme, impávido, parcimonioso, diplomático.
A conta foi alta, mas o homem entregou com desdém notas ainda novas.
Na saída, passou por uma gamela cheia de caramelos. O homem barbeado encheu as mãos e povoou os bolsos.
Não foi possível resistir durante muito tempo.


3 comentários:
No restaurante, no café... não sei se por acaso, mas dois dos textos que eu li hoje tinham como personagem o mesmo homem barbado... Como você mesmo já me disse "O acaso é um Deus e um Diabo"... Há alguma lógica, algum pretexto na continuidade da personagem?! Beijos
escreve bem, professor!
:P
Definitivamente, vc sabe brincar
com as palavras.
Publique um livro!
Beijos
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