para Lissa
Pela vidraça o personagem barbeado olhava a roda de homens engravatados que tomavam seus sorvetes em casquinhas, no pátio, ao sol.
O sol a derreter mostrou que, quando tomam sorvetes, todos os homens, barbudos ou engravatados, são sempre como crianças.
Pela vidraça o personagem barbeado olhava a roda de homens engravatados que tomavam seus sorvetes em casquinhas, no pátio, ao sol.
O sol a derreter mostrou que, quando tomam sorvetes, todos os homens, barbudos ou engravatados, são sempre como crianças.


8 comentários:
Nossa, já fazia tempo. Estava faltando mesmo um texto novo..
Interessante esse...bastante observador...
Com toda certeza, todos nós somos eternas crianças. Sempre estaremos percebendo que a todos os dias fazemos atos que são ditos infantis. Uma coisa que nunca vamos ser é honestos como as crianças, sem maldades e interesses....Isso nunca!!
Valeu Deco, Gosto mesmo de ver seus textos e pensamentos...Tava na hora de voltar né?
Abração!!
Aline Louise de Mello
Sempre acompanho, de longe, sua vida. Gosto muito de você e só me lembro de coisas boas - algumas cômicas... Até hoje fico rindo sozinha da Érica...
Ô tempo bom...
Um grande beijo da sua amiga e parabéns pelo sucesso - você fez por merecer.
PS.:Nunca mais escreveu nada sobre as madrugadas no EXTRA, o que houve? rs... :)
Finalmente o retorno (?)
ahhh infancia...
a gnt nunca sai dela completamente!
parabenss, e volta mais aqui :P
Homem barbeado, madrugadas em supermercados, sorvetes.
Todos estavam, ou continuam, em faltam...
Muito bom ver seus textos novamente.
(Apesar de ver só agora).
Beijos.
Nota:
Em "falta".
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