24 Setembro 2007

Jardim da infância

para Lissa

Pela vidraça o personagem barbeado olhava a roda de homens engravatados que tomavam seus sorvetes em casquinhas, no pátio, ao sol.

O sol a derreter mostrou que, quando tomam sorvetes, todos os homens, barbudos ou engravatados, são sempre como crianças.

8 comentários:

Anônimo disse...

Nossa, já fazia tempo. Estava faltando mesmo um texto novo..
Interessante esse...bastante observador...

Anônimo disse...

Com toda certeza, todos nós somos eternas crianças. Sempre estaremos percebendo que a todos os dias fazemos atos que são ditos infantis. Uma coisa que nunca vamos ser é honestos como as crianças, sem maldades e interesses....Isso nunca!!

Valeu Deco, Gosto mesmo de ver seus textos e pensamentos...Tava na hora de voltar né?

Abração!!
Aline Louise de Mello

Tâmara disse...

Sempre acompanho, de longe, sua vida. Gosto muito de você e só me lembro de coisas boas - algumas cômicas... Até hoje fico rindo sozinha da Érica...
Ô tempo bom...

Um grande beijo da sua amiga e parabéns pelo sucesso - você fez por merecer.

PS.:Nunca mais escreveu nada sobre as madrugadas no EXTRA, o que houve? rs... :)

Eddie disse...
Esta postagem foi removida pelo autor.
Alex Pitta disse...

Finalmente o retorno (?)

Larissa Santiago disse...

ahhh infancia...
a gnt nunca sai dela completamente!
parabenss, e volta mais aqui :P

Anônimo disse...

Homem barbeado, madrugadas em supermercados, sorvetes.
Todos estavam, ou continuam, em faltam...


Muito bom ver seus textos novamente.
(Apesar de ver só agora).

Beijos.

Anônimo disse...

Nota:
Em "falta".